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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A corrosão do caráter de Richard Sennett

Dica de Leitura
Recomendo a todos a leitura deste livro! Abaixo compartilho um breve resumo do mesmo. 

Domingos Massa
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A partir de entrevistas com executivos demitidos da IBM em Nova York, funcionários de uma padaria ultramoderna em Boston e muitos outros, Sennett estuda os efeitos desorientadores do novo capitalismo. Ele revela o intenso contraste entre dois mundos de trabalho – aquele da rigidez das organizações hierárquicas no qual o que importava era um senso de caráter pessoal, e que está desaparecendo, e o admirável mundo novo da reengenharia das corporações, com risco, flexibilidade, trabalho em rede e equipes que trabalham juntas durante um curto espaço de tempo, no qual o que importa é cada um ser capaz de se reinventar a toda hora.
Sennett desafia o leitor a decidir se a flexibilização do capitalismo moderno oferece um ambiente melhor para o crescimento pessoal ou se é apenas uma nova forma de opressão (Descrição da Livraria Saraiva).
Veja aqui o livro completo no Scribd.
PDF completo no 4Shared.
Resenha no Caderno CRH da Universidade Federal da Bahia.
Resenha na Revista Contemporânea.
Resumo do livro no NetSaber.
Referência: SENNETT, Richard. A corrosão do caráter. Tradução Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: São Paulo: Record, 2005. 204p. (cap. 01 e 02)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

25 livros que todo cristão deveria ler antes de morrer!

25 livros que todo cristão deveria ler
Sobre a Encarnação, Santo Atanásio;
Confissões, Santo Agostinho;
Ditos dos Pais do Deserto, Vários;
A Regra de São Benedito, São Benedito;
A Divina Comédia, Dante Alighieri;
A Nuvem do Não-Saber, Anônimo;
Revelações do Amor Divino (Exibições), Juliana de Norwich;
Imitação de Cristo, Thomas de Kempis;
Filocalia, Vários;
As Institutas, João Calvino;
Castelo Interior ou Moradas, Santa Teresa de Ávila;
A Noite Escura da Alma, São João da Cruz;
Pensamentos, Blaise Pascal;
O Peregrino, John Bunyan;
A Prática da Presença de Deus, Irmão Lourenço;
Um Sério Chamado a uma Vida Devota e Santa, William Law;
O Caminho de um Peregrino, Autor desconhecido;
Os Irmãos Karamázov, Fiódor Dostoiévski;
Ortodoxia, G. K. Chesterton;
A Poesia de Gerard Manley Hopkins;
Discipulado, Dietrich Bonhoeffer;
Testamento sobre Devoção, Thomas R. Kelly;
A Montanha dos Sete Patamares, Thomas Merton;
Cristianismo Puro e Simples, C. S. Lewis;
A Volta do Filho Pródigo, Henri J. M. Nouwen.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Por que ler os clássicos da espiritualidade?

25 livros que todo cristão deveria lerEduardo Rosa
Existem livros comuns – aqueles capazes de nos causar certo impacto, mas não estão na categoria de inesquecíveis. Existem ainda aqueles os quais podemos chamar de clássicos – são considerados assim por conseguirem, de alguma maneira, marcar profundamente os leitores. Não apenas os lemos, somos lidos por eles. Parecem nos conhecer a fundo. Traduzem pensamentos, sentimentos e crises humanas universais. Passa-se o tempo, mas continuam atuais e a “mágica” deles ainda nos seduz. É como se a nossa memória coletiva fosse uma estante na qual sempre existisse um lugar para eles, escolhidos por diferentes gerações.
A espiritualidade cristã tem seus clássicos. Lê-los não deveria ser uma opção, e sim uma prazerosa “obrigação”. Se a aceitarmos e mergulharmos decididamente no mundo que os livros nos abrem, certamente viveremos uma fascinante experiência. Não há alguém que passe por suas linhas sem ser mexido de algum modo e, até mesmo, transformado.
Os clássicos são, sobretudo e cada um a seu modo, um diário de viagem. Uma jornada rumo a uma experiência e um conhecimento mais profundo de Deus. Alguns relatam numa linguagem simbólica e até mesmo afetiva os encontros fascinantes com a presença do Eterno. Em outros, encontra-se a construção de um saber mais teológico, porém sempre enraizado na experiência contemplativa do mistério divino. É teologia sim, mas feita com o coração. Por meio desses escritos tão especiais, os homens e mulheres que fizeram esse itinerário espiritual deixaram pegadas para todos aqueles que se dispuserem a fazer a mesma rota. Os clássicos são rastros que, se seguidos, nos levam para mais perto do coração de Deus. Um aviso nunca é demais: quem se aproxima desses textos somente com interesse na informação vai se perder no caminho. Eles parecem nos exigir uma entrega mais integral; requerem razão e sensibilidade, mente e coração. Eis por que usar óculos dogmáticos pode nos cegar para a riqueza e a profundidade deles.
Além de engajar a nossa alma numa conversa mais íntima com Deus, os clássicos naturalmente nos levam a olhar para dentro de nós mesmos, revelando-nos sombras e luzes do nosso próprio ser. São ressonâncias da interioridade daqueles e daquelas que, ao ousarem olhar para Deus, também foram impelidos a enxergar a si mesmos. Por isso, tornam-se meios pelos quais podemos cultivar uma espiritualidade que nos ajuda a lidar com nossa vida interior. A sabedoria espiritual contida neles é fruto desse conhecimento de Deus, a partir do qual nosso interior é também iluminado. São livros que, por serem tão humanos, carregam em si mesmos o toque maravilhoso do divino.
Visto que um livro é considerado um clássico não como o resultado de uma votação formal, mas eleito a partir da experiência do seus leitores, é natural existirem listas diferentes. A Editora Ultimato brinda o público brasileiro com uma delas. 25 Livros que Todo Cristão Deveria Ler é um livro que traz uma das mais ricas e completas indicações de leitura dos clássicos. Sua singularidade reside no fato de que os livros foram sugeridos por pessoas de diferentes perspectivas e tradições cristãs. O ponto em comum entre elas é que, de alguma maneira, esses 25 livros marcaram a todas de um modo tão especial que os elegeram como clássicos e indicam a leitura a você. Certamente são livros que todo cristão deveria ler!
Clique AQUI para conhecer os 25 livros que todo o cristão deveria ler (além da Bíblia, claro!).
Eduardo Rosa Pedreira é pastor da Comunidade Presbiteriana da Barra da Tijuca e um dos líderes de um movimento de formação espiritual. eduardo@renovare.org.br
Fonte: Genizah

domingo, 8 de dezembro de 2013

Mudanças de Paradgimas na Teologia da Missão

BOSCH, David J. Missão transformadora. Mudanças de paradigma na teologia da missão. Tradução de Geraldo Korndörfer e Luís Marcos Sander. São Leopoldo/RS: Editora Sinodal, 2002. 690 p.
Autor
David J. Bosch, membro da Igreja Reformada Holandês, fez sua primeira experiência missionária na região do Transkei (1957-1971) na África do Sul. Depois, foi professor de missiologia na Universidade de Pretória por 24 anos. Duas vezes decano da Faculdade de Teologia (1974-77; 1981-87) e Secretário da Sociedade Sul-africana de missiologia desde sua instituição em 1968, foi também diretor e inspirador da importante revista Missionalia desde sua fundação em 1973. A sua produção teológica e literária, A Spirituality of the Road (1979), Witness to the World (1980), The Lord´s Prayer: Paradigm of a Christian Lifestyle (1985), The vulnerability of Mission (1991), mais uns sessenta artigos e palestras dadas no mundo inteiro, indica o seu trajeto que culminará com a publicação da obra mais prestigiosa. O seu compromisso com a situação da África do Sul nos anos 80, levou-o a recusar a oferta de assumir a cátedra de missiologia num dos mais prestigiosos seminários dos Estados Unidos. Morreu tragicamente no dia 5 de abril de 1992 num acidente de carro.
No debate missiológico contemporâneo, algumas obras destacam-se por seu valor documentativo e criativo. Uma delas é sem dúvida “Missão transformadora. Mudança de paradigmas na teologia da missão”, do autor sul-africano David Jacobus Bosch. O título original da obra, Transforming Mission, é de propósito ambíguo: pode significar a missão que se transforma, como também a missão que transforma. Nessa ambigüidade encontramos o status quaestionis da obra. A missão cristã está passando por uma crise profunda que diz respeito ao seu fundamento, às suas motivações, à sua finalidade e à sua natureza. Torna-se necessário, então, examinar as vicissitudes das missões e da idéia missionária durante os 20 séculos da história cristã para poder reconstruir algo de relevante para a atualidade e para o futuro. Com efeito, precisamos de uma nova visão de missão.
Na primeira parte, então, o autor começa sua indagação a partir dos fundamentos bíblicos: o que é missão para a Bíblia. Uma reflexão introdutória sobre o Novo Testamento como documento missionário, evidencia de maneira exaustiva que a Palavra de Deus é toda ela intrinsecamente missionária, do início até o fim, e não somente num grupo de textos. A partir desse dado, Bosch se concentra em analisar meticulosamente três modelos fundamentais de missão do Novo Testamento: a missão como fazer discípulos (Mateus); a missão como prática de perdão e solidariedade com o pobre (Lucas); a missão como convite a unir-se à comunidade escatológica (Paulo).
Em seguida, na segunda parte, o autor passa a mergulhar na analise de quatro grandes paradigmas históricos da missão: o paradigma missionário da Igreja Oriental, o da Igreja Católica da Idade Média, o da Reforma Protestante e o do movimento missionário dos séculos XIX e XX influenciado pelo Iluminismo. Este último modelo, filho do Iluminismo e reação ao mesmo, representa uma mudança radical que marca ainda hoje a atuação missionária das igrejas. Para Bosch, a identificação do movimento missionário moderno com a cultura ocidental de cunho iluminista, determinou sem dúvida a) sua cegueira frente os elementos pagãos existentes na cultura ocidental, e b) sua ignorância frente as tradições religiosas e culturais dos povos que procurava evangelizar. A prática missionária da igreja primitiva e dos monges da Idade Média foi muito diferente. Além disso, é difícil ignorar o fato do movimento missionário moderno ser impregnado de uma forte e prejudicial dose de pelagianismo e ativismo.
Na terceira parte, Bosch trata finalmente de um novo modelo de missão que está emergindo neste começo de século XXI, como crítica ao paradigma anterior. O que autor apresenta é um destilado das maiores reflexões sobre a missão a partir do Vaticano II em diante, de todos os Congressos e Assembléias protestantes e das contribuições dos principais missiólogos de todos continentes. As várias igrejas cristãs e as várias missiologias estão devidamente representadas nessa obra, o que revela uma sensibilidade ecumênica excepcional, sobretudo no conhecimento do mundo católico. Contudo, mais que uma originalidade de pensamento, Bosch sintetiza com muita competência uma enormidade de informações. Os elementos analisados e apresentados são os seguintes: Missão como Igreja-Com-os-Outros; Missão como Missio Dei; Missão como Serviço de Salvação; Missão como Busca da Justiça; Missão como Evangelização; Missão como Contextualização; Missão como Libertação; Missão como Inculturação; Missão como Testemunho Comum; Missão como Ministério do Povo de Deus; Missão como Testemunho entre os Crentes de outras religiões; Missão como Teologia; Missão como Ação na Esperança.
Na conclusão de sua obra, o autor se pergunta: afinal, para onde vai a missão? A missão é algo maior de seus projetos históricos. Ela precisa ser novamente compreendida a partir do princípio da “missão de Deus”: “não é a Igreja que ‘empreende’ a missão; é a missio Dei que constitui a Igreja” (p. 618).
Partes principais da obra
Introdução: Missão, a crise contemporânea
Parte 1: MODELOS NEOTESTAMENTÁRIOS DE MISSÃO
1. Reflexões sobre o NT como documento missionário
2. Mateus: missão como fazer discípulos
3. Lucas-Atos: a prática de perdão e solidariedade com os pobres
4. Missão em Paulo: convite para aderir à comunidade escatológica
Parte 2: PARADIGMAS HISTÓRICOS DA MISSÃO
5. Mudanças de paradigma na missiologia
6. O paradigma missionário da igreja oriental
7. O paradigma missionário católico romano medieval
8. O paradigma missionário da Reforma protestante
9. A missão na esteira do iluminismo
Parte 3: RUMO A UMA MISSIOLOGIA RELEVANTE
10. A emergência de um paradigma pós-moderno
11. A missão em um período de prova
12. Elementos de um paradigma missionário ecumênico emergente
13. Missão de muitas maneiras
Por que essa obra é referencial
Este livro foi reconhecido como uma obra monumental, magistral e uma excelente ferramenta de ensino. Tornou-se uma referência-padrão no estudo da missão, sendo talvez o livro-texto mais usado em aulas e cursos de missiologia. Para Bruno Chenu este texto é “ponto de referência para toda a reflexão histórica e atual da missão”. Para Hans Küng “a primeira a implementar a teoria dos paradigmas para entender a missão”. Para Lesslie Newbigin é considerada “um marco miliário, uma Summa Missiologica”. No âmbito de uma reflexão teológica a partir da América Latina, o estudo de “Missão transformadora” é de grande importância por dois motivos:
  1. em primeiro lugar, porque a tese principal da obra diz respeito a toda a problemática da colonização da cultura ocidental conduzida também através da evangelização: uma reflexão sobre a descolonização da missão surge das ruínas e das derrotas de uma missão de cunho iluminista;
  2. em segundo lugar, porque na construção de um novo e ecumênico paradigma da missão, Bosch coloca bastante ênfase sobre o valor de uma “teologia do contexto” e oferece uma síntese, junto a uma crítica, das principais tendências de pensamento sobre a inculturação e sobre as perspectivas missionárias emergentes.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Com vergonha do Evangelho: Quando a Igreja se torna com o mundo

Estou lendo “Com Vergonha do Evangelho: quando a igreja se torna como o mundo”, de John MacArthur. É um livro altamente recomendável, do qual ouso replicar um trecho, a seguir:

A igreja contemporânea está passando por uma revolução sem precedentes, desde a Reforma Protestante, em seus estilos de adoração. O ministério das igrejas casou-se com a filosofia de marketing, e o “filhote monstruoso” dessa união é um diligente esforço para mudar a maneira como o mundo enxerga a igreja. O ministério da igreja está sendo completamente renovado, na tentativa de torná-lo mais atraente aos incrédulos.

Os especialistas nos dizem que pastores e líderes de igrejas que desejam ser mais bem-sucedidos precisam concentrar suas energias nesta nova direção Forneça aos não-cristãos um ambiente inofensivo e agradável. Conceda-lhes liberdade, tolerância e anonimato. Seja sempre positivo e benevolente. Se for necessário pregar um sermão, torne-o breve e recreativo. Não pregue longa e enfaticamente. E, acima de tudo, que todos sejam entretidos. As igrejas que seguirem estas regras experimentarão crescimento numérico, eles nos afirmam; e as que as ignorarem estão fadadas à estagnação. [...]

A questão é que se pretende tornar a igreja “user-friendly”, ou seja, “amigável”. Esse termo vem da indústria informática e foi primeiramente aplicado para descrever um software ou um hardware que é de fácil operação para o iniciante em computação. Aplicado à igreja, costuma descrever um tipo de ministério que é benigno e extremamente não-desafiador. Na prática, torna-se uma desculpa para se importar os entretenimentos mundanos para dentro da igreja, na tentativa de atrair os não-frequentadores de igreja que estão “à procura de algo”, através de um apelo aos interesses carnais. O resultado óbvio dessa preocupação com os que não são da igreja é uma correspondente falta de cuidado para com aqueles que são a verdadeira igreja. As necessidades espirituais dos crentes geralmente são negligenciadas, e isso prejudica a igreja.

(…) Apresento a seguir algumas citações daqueles recortes, que descrevem a pregação em uma “igreja amigável”:

“Aqui não há fogo nem enxofre. Nada de pressionar as pessoas com a Bíblia. Apenas mensagens práticas e divertidas.”

“Os cultos em nossa igreja trazem consigo um ar de informalidade. Você não verá os ouvintes sendo ameaçados com o inferno ou sendo considerados como pecadores. O objetivo é fazer com que se sintam bem-vindos, não de afastá-los.”

“Como acontece com todos os pastores, a resposta é Deus – mas ele O menciona apenas no final e o faz sem muita seriedade. Nada de discursos; nada de altos brados. Nem fogo, nem enxofre. Ele nem usa a palavra que começa com a letra ‘i’. Nós chamamos isso de evangelho light. É a mesma salvação oferecida pela velha e boa religião, antiga mas com um terço a menos de culpa.”

“Aqui os sermãos são relevantes, otimistas e, o melhor de tudo, curtos. Você não ouvirá muita pregação a respeito do pecado, da condenação e do fogo do inferno. A pregação aqui nem se parece com pregação. É uma conversação sofisticada, polida e amigável. Quebra todos os padrões estereotipados.”

“O pastor está pregando mensagens bastante atuais… mensagens de salvação, mas a idéia não é tanto de salvação do fogo do inferno. Pelo contrário, é salvação da falta de significado e de propósito nesta vida. É uma mensagem mais soft, de mais fácil aceitação.” [...]

Portanto, as novas regras são: seja esperto, informal, positivo, sucinto e amigável. [...] E jamais, jamais, use a palavra “inferno”.

[...] Mas, de fato, a verdade das Escrituras está sendo omprometida, ao ser descentralizada e quando, para forjar uma amizade com o mundo, verdades duras são evitadas, diversões insípidas tomam o lugar da sã doutrina e uma verdadeira ginástica semântica é utilizada a fim de evitar a menção das verdades severas das Escrituras Sagradas. Se o objetivo é fazer sentir-se bem aquele que está à procura de algo, porventura isso não é incompatível com o ensinamento bíblico acerca do pecado, do juízo, do inferno e de vários outros assuntos importantes? Assim, por intermédio dessa filosofia a mensagem bíblica é irremediavelmente distorcida. E o que dizer sobre o crente que precisa ser alimentado?

[...] No âmago da filosofia da “igreja amigável”, movida a marketing, está o objetivo de oferecer às pessoas o que elas desejam. Os que advogam essa postura são bastante honestos quanto a isso. [...]

Avaliar com exatidão as necessidades das pessoas é, portanto, considerada uma das chaves para o crescimento no movimento moderno de crescimento de igrejas. Ensina-se aos líderes da igreja a pesquisarem os “consumidores” em potencial, para se descobrir o que estes procuram em uma igreja – e então oferecem exatamente isso. [...]

Pastores não são mais instruídos a declarar às pessoas o que Deus requer delas. Em lugar disso, são aconselhados a descobrir quais são as exigências das pessoas e fazer o que for necessário para satisfazer essas necessidades. O público é reputado como soberano, e um pregador sábio “haverá de moldar sua comunicação de acordo com as necessidades do povo, de forma a obter a resposta desejada”. [...] Isso significa que a estratégia humana, e não a Palavra de Deus, torna-se a fonte de toda a atividade eclesiástica e o padrão pelo qual o ministério é avaliado.

[...] As Escrituras dizem que os primeiros cristãos viraram o mundo de cabeça para baixo (At 17.6). Em nossa geração, o mundo está virando a igreja de cabeça para baixo. Biblicamente falando, Deus é soberano, não o incrédulo que não frequenta a igreja. A Bíblia, e não o plano de marketing, deve ser o único guia e a autoridade final para todo o ministério eclesiástico. Em vez de acalentar o egoísmo das pessoas, o ministério da igreja deveria atender às verdadeiras necessidades delas. O Senhor da igreja é Cristo e não um “Zé da poltrona” com um controle remoto nas mãos.

Não consigo ouvir a expressão “igreja amigável” sem que isso me traga à mente a passagem de Atos 5 e a história de Ananias e Safira. O que se passou naquela ocasião desafia abertamente quase toda a teoria contemporânea de crescimento da igreja.

A igreja de Jerusalém não era nem um pouco “amigável”. Aliás, era exatamente o oposto. Lucas nos informa que esse episódio inspirou “grande temor a toda a igreja e a todos os que ouviram a notícia destes acontecimentos” (At 5.11).

O culto daquele dia foi tão perturbador, que nenhum dos que não frequentavam a igreja ousou juntar-se a eles.

O só pensar em frequentar aquela igreja aterrorizava o coração daquelas pessoas, apesar de os terem em alto conceito (At 5.13).

A igreja, sem dúvida alguma, não era um lugar para os pecadores sentirem-se à vontade, era um lugar que causava medo!

MacARTHUR, John. Com vergonha do evangelho: quando a igreja se torna como o mundo. São José dos Campos, SP: Ed. Fiel, 2009, p. 43-53.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Resenha: Pregação Bíblica:O desenvolvimento e a entrega de sermões expositivos de Haddon W. Robinson


por 

ROBINSON, Haddon W. Pregação Bíblica: O desenvovilmento e a entrega de sermões expositivos, Shedd Publicações, 2.a Ed. 2002, 272 pág.
Haddon W. Robinson É Professor Ilustre de Pregação da Cadeira Harold John Ockenga no Seminário Teológico Gordon-Conwell em South Hamilton, Massachusetts; editor geral de PreachingToday.com; professor do programa de rádio Discover the Word e autor do diversos libros relacionados a  Pregação Bíblica. É considerado um dos pregadores mais expressivos do mundo de fala inglesa.
Nesta segunda edição atualizada e ampliada, o Dr. Robinson melhorou boa parte do material sem mudar seu procedimento básico: “os sermões precisam tratar de idéias”. Ele apresenta um método simples, prático e motivador para a preparação de sermões bíblicos. Sua simplicidade, porém, não oculta a profundidade bíblica e científica do seu pensamento.
Além de expor um método para preparar sermões, o livro apresenta  excelentes conselhos para pregar sermões, utilizando vários recursos da moderna ciência da comunicação. Pregação Bíblica é um livro de texto para estudantes de teologia e para os pastores que desejam dominar os fundamentos da pregação. Seu estilo é agradável e fluente. Suas definições são exatas, e seus conselhos, úteis.
O livro encontra-se dividido em 10 capítulos e 2 apêndices, sendo que no primeiro são respostas aos exercícios propostos no livro e no segundo modelo de sermão e a avaliação do mesmo.
No capítulo 1 o autor apresenta o conceito e definição e argumentação acerca da pregação expositiva.
A despeito da maledicência contra a pregação e os pregadores, ninguém que leva a sério a Bíblia ousa descartar a pregação. [1]
A pregação expositiva é a comunicação de um conceito bíblico, derivado de, e transmitido através de um estudo histórico, gramatical e literario de uma passagem em seu contexto, que o Espírito Santo primeiramente aplica à personalidade  e experiência do pregador, e depois através dele, a seus ouvintes.[...] também enfatiza um conceito que o expositor comunica um conceito. [2]
Ja do capítulo 3 ao 10, que se inicia sobre as ferramentas do ofício o autor apresenta de forma clara 10 etapas para organização de um sermão expositivo através de uma estrutura sequencial que facilita muito a compreensão de como se faz, abrangendo as etapas no desenvolvimento das Mensagens Expositivas, bem como com exercícios práticos para melhor compreensão das Etapas.
Trata-se de um livro muito prático do método de preparar os sermões, com muitas dicas para pregar os sermões de uma forma moderna.
[1]. p. 19.
[2]. p.23,23.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Jurista Marginal


Caros Amigos Seguidores do Blog:
Segue abaixo um texto do Meu Amigo João Batista, em função do lançamento de livro ao qual recomento a leitura.
Grande Abraço
Domingos Massa
Vamos então ao texto
Por João Baptista Herkenhoff
Quando eu era Juiz de Direito, em atividade, era chamado por algumas pessoas, pejorativamente, com o codinome de jurista marginal. O epíteto não me era atribuído pelos leigos em Direito, o que seria menos doloroso, mas por profissionais que integravam o universo jurídico
Isto porque, seguindo a consciência e por uma questão de foro íntimo, eu dava sentenças que, naquela época, não guardavam sintonia com o pensamento dominante e a jurisprudência dos tribunais superiores.
Na década de 1960 – esclareça-se esta data porque é essencial – preferia absolver a condenar. Optava por dar penas leves, quando era obrigado a condenar, do que aplicar pesadas penas. Acreditava na palavra e dialogava com acusados e réus, tratando-os como seres humanos, portadores de dignidade porque tinham na alma, ainda que trangressores da lei, o selo de Deus. Confiava em acusados e réus, firmando com eles pactos de bem viver. Emocionava-me porque nenhuma lei ou código de ética proíbe o juiz de ter emoções. Colocava nos despachos e decisões a Fé que recebi na infância. Isto porque entendia que o Estado é laico mas o magistrado, embora integrando um dos Poderes estatais, pode revelar sua crença, sem ferir a laicidade do Estado. Esforçava-me por obter acordos, no juízo cível, evitando que as partes prolongassem as contendas.
Esta visão do Direito não era, de forma alguma, partilhada, naqueles tempos distantes, pelos magistrados do andar de cima. Não fosse o apoio entusiástico e a compreensão integral principalmente de três desembargadores – Carlos Teixeira de Campos, Mário da Silva Nunes e Homero Mafra – teria sido muito difícil resistir às pressões.
Porque tudo que eu fazia, era feito com retidão de propósito, o apelido de jurista marginal me magoava muito.
Certo dia veio-me a inspiração. Por que eu não transformava a alcunha ofensiva em arma de defesa, de modo a desarmar os opositores?
Havia, dentre os que se opunham à conduta judicial adotada, pessoas de espírito nobre, que nada tinham de pessoal contra o juiz marginal, mas apenas discordavam de seus métodos.
Em homenagem a estes era preciso dar uma resposta racional e elegante aos questionamentos.
Tudo ponderado, como se diz no final das sentenças, escrevi um livro, defendendo a orientação adotada nos decisórios que estavam sendo atacados. Dei ao livro este título: Escritos de um jurista marginal.
Atribuindo a mim mesmo o adjetivo nada elogioso, dava nos adversários mentais um dribe decisivo.
A obra foi publicada pela Livraria do Advogado Editora, de Porto Alegre. Procurei, de caso pensado, uma editora localizada bem longe do Espírito Santo. Lá das plagas gaúchas, eu lançaria o livro. Pareceu-me bastante adequado escolher o sul do Brasil para dar início ao périplo pretendido.

710a7136c8ece08f7c08fcdad3e34c10 João Baptista Herkenhoff é magistrado aposentado, palestrante Brasil afora e escritor. Acaba de publicar Encontro do Direito com a Poesia – crônicas e escritos leves (Editora GZ, Rio). E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br Homepage: www.jbherkenhoff.com.br

sábado, 26 de janeiro de 2013

Introdução ao Novo Testamento - D.A. Carson

Quando alguém se dispõe a estudar o Novo Testamento deseja ter, acima de tudo, um melhor conhecimento da Palavra de Deus. Afinal, estamos falando da porção mais lida e mais estudada das Escrituras.

Mas por onde começar? Por questões históricas como autoria, data, fontes, propósito, destinatários ou pelas formas literárias, crítica de retórica e paralelos históricos? Introdução ao Novo Testamento oferece uma saída estratégica: concentra-se no que é denominado de “introdução especial”, ou seja, em questões históricas, sem desprezar a importância das demais para o estudo do Novo Testamento. Ao contrário, sempre que se aplicam a um assunto em pauta, os estudos das formas literárias, da crítica da retórica e dos paralelos históricos entram em cena. É uma combinação perfeita.

Introdução ao Novo Testamento já nasce com uma missão: conduzir estudantes de teologia a alcançar uma melhor compreensão da Palavra de Deus. Não é uma tarefa fácil para um livro introdutório. Para atingir esse objetivo, algumas escolhas precisam ser feitas com relação ao tratamento que será dado ao estudo do Novo Testamento. Os autores acerca da autoria, data, fontes, propósito, destino e assuntos afins. Quanto mais precisa a análise, melhor. Uma introdução preza a concisão. E isso os autores souberam fazer com absoluta maestria.

O estudioso do Novo Testamento vai encontrar nesta obra uma ajuda de inestimável valor para suas pesquisas acadêmicas. Livro a livro, o leitor será conduzido a uma análise segura, clara e equilibrada.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja

Recomendo a todos que pretendem ingressar no seminário ler este livro....

O evangelho sempre será loucura para o homem não regenerado. Todavia, Cristo e os apóstolos não queriam que os cristãos dessem ao mundo motivos para que nos chamassem de loucos a não ser pela pregação da cruz. Não é essa a realidade de parte considerável da igreja evangélica brasileira.

Desvirtuam os ensinos de Jesus e promovem tanta insensatez, superstição, coisas ridículas, que damos aos inimigos de Cristo um chicote para nos baterem. Somos ridicularizados, não por pregar a Cristo crucificado, mas pelas sandices e bobagens feitas em nome de Jesus. Nenhum desses males, entretanto, alcança o dano provocado pelo câncer do ateísmo cristão. Que diferença há entre não acreditar em Deus e acreditar num que não intervém, não age na história humana e nem se relaciona com as pessoas?

Quando Augustus Nicodemus reuniu seus melhores e mais contundentes artigos em O que estão fazendo com a Igreja, o retrato era melancólico e desalentador. Três anos depois, ao escrever O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja, os ventos de doutrina resultam em uma igreja evangélica ainda mais fraca, indecisa e com voz moral ainda mais disfônica.

Este livro nos provoca a escolhermos entre o certo e o errado, pularmos de nossas poltronas e tomarmos partido nessa verdadeira guerra que a igreja evangélica brasileira vive contra suas próprias entranhas.

Qual o nosso papel nessa história? Quanto estamos dispostos a mudar nossos próprios conceitos para a missão de ser "sal da terra" em uma sociedade com os paladares tão alterados? O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja oferece algumas luzes poderosas, vindas diretamente de dentro da Igreja, como autêntico farol que deveria ser. 

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Os melhores livros que li em 2012.

Muitos de vocês sabem de meu gosto especial por literatura. Livros novos mesmo. Aquele cheiro, aquelas cores, aquelas capas, aquele papel macio. Isso tudo me atrai tanto que preciso passar longe das livrarias,mas sem dúvida será muito gratificante. 

Eu posso dizer que estou bem longe de terminar de ler essa lista. E você? Quais desses livros  já passaram por sua cabeceira?

Separei  algumas das obras que tenho lido no decorrer da caminhada, e que têm transformado minha forma de viver, pensar e fazer ministério, este livros são alguns entre outros que li neste ano de 2012,que gostei muito;bem vamos a lista, espero que gostem, se tiverem algum livro para compartilhar basta deixar um comentário no final deste post.


10. Agora sim! Teologia na prática do começo ao fim - Luiz Sayão  - compre aqui
Agora sim! Teologia na prática! Muita gente tem interesse em entender o pensamento teológico e encontra dificuldades, principalmente por não encontrar a ligação da teologia com a vida, com a realidade do cotidiano. Muita gente que se especializa no conhecimento teológico tem dificuldade de traduzir seus conceitos de uma forma compreensível e palatável. Por outro lado, muitos que estão envolvidos no ministério perdem o interesse na doutrina e na teologia e acabam prejudicando a formação de seus liderados. É preciso equilíbrio, diálogo e interação. Nesta obra, com muita ponderação e bom senso Luiz Sayão discute numa série de artigos temas importantes como ética, racismo, fatalismo, liberalismo, misticismo, teologia bíblica, teologia da família, teologia e sociedade e história da igreja de maneira simples, objetiva, criativa e bem humorada.
9.Missão Transformadora:mudanças de Paradgima na Teologia da Missão -  David J.Bosch - compre aqui
 Missão Transformadora está numa classe toda própria. Tornou-se uma referência-padrão no estudo da missão cristã mundial, sendo talvez o livro-texto mais usado em aula e cursos de missão. O Magnum opus de David Bosch transformou-se em seu legado permanente para todas as pessoas que procuram entender, servir e disseminar a causa de Cristo no mundo. 

8. Deuses Falsos – Thomas Nelson – Tim Keller compre aqui
Do meu autor contemporâneo preferido, Deuses Falsos trata dos ídolos atuais da humanidade. Acessível e envolvente (não consegui parar de ler enquanto não terminei), Keller nos mostra como, assim como nos tempos mais antigos, sacrificamos tudo o que temos (família, dinheiro, identidade, emoções) nos altares dos ídolos de nossos tempos: dinheiro, poder, relevância, entre outros. É impossível não se identificar com algumas da situações descritas no livro, como a das pessoas que pensam em mudar de país quando o resultado de uma votação política não é o que queriam. O livro não só trata da idolatria, mas também de como abandoná-la em favor de uma adoração pura e genuína a Deus.
7. Memórias de um pastor - Eugene Peterson - compre aqui
A história de como me tornei pastor e de como a vocação de pastor fez de mim o que sou. Eugene Peterson, para muitos um subversivo, cresceu vendo pastores profissionais, religiosos preocupados com planos de marketing e estratégias de crescimento. Como vários de nós, ele gostava da igreja, dos louvores e de quase todas as pessoas, mas detestava os pastores, tão distantes e orgulhosos. Ele sempre teve horror ao pensamento de se tornar um burocrata religioso. Agora ele conta com detalhes inéditos como aceitou o chamado divino, encontrou seu lugar sagrado de adoração e se tornou um "pastor de almas".Você já leu e aprendeu muito com o pastor dos pastores. Agora você vai poder conhecer melhor sua vida dedicada à obra e sua história de fé e reencontro com o chamado.Memórias de um pastor  é a biografia inédita de um dos mais conceituados e celebrados pastores e teólogos contemporâneos, o relato de como ele se tornou a pessoa e o pastor que é.

6. Qual é a Missão da Igreja? – Editora Fiel – Kevin DeYoung e Greg Gilbert –compre aqui
Esse livro se propõe a trazer luz em um assunto controverso no meio cristão: Qual é a missão da Igreja? Especialmente nas últimas décadas, a missão da Igreja tem sido definida por alguns de forma tão abrangente que se tornou difícil até dizer o que não é missão. Mas “se tudo é missão nada é missão”, conforme disse Stephen Neill. Utilizando os textos comumente citados para definir missão, os autores constroem o conceito a partir das Escrituras de forma clara, profunda, equilibrada, por vezes discordando de muitas das ideias atualmente defendidas sobre o assunto. Passando por temas como reino de Deus, justiça social, boas obras, shalom, a grande comissão e discipulado, o livro é uma leitura essencial para aqueles que querem entender as prioridades da Igreja de Cristo. O epílogo, escrito para um fictício futuro pastor “motivado e missional”, está repleto de sábios conselhos para aqueles animados em mudar o mundo à sua volta.
5. 10 Acusações contra a Igreja Moderna – Editora Fiel – Paul Washer – compre aqui
Em um livro pequeno e de leitura extremamente fácil (portanto muito indicado àqueles que fogem de livros grandes e frases complexas), Paul Washer aborda 10 problemas da Igreja Moderna, desafiando a mesma à reflexão e prática dos princípios estabelecidos na Palavra de Deus. Certamente constitui um livro muito indicado a pastores e líderes, a fim de examinar as Escrituras, constatar os – ou pelo menos um dos -pontos em que a Igreja Moderna tem falhado e, com a graça e misericórdia do Senhor, caminhar para que a Igreja seja coerente com o Evangelho.
4. O Ateísmo Cristão e outras ameaças à Igreja – Mundo Cristão - Augustus Nicodemus – compre aqui
O livro é uma coletânea de 29 artigos publicados por Augustus Nicodemus em seu blog “O tempora! O mores!”, que mantém em parceria com Solano Portela e Mauro Meister. O autor combate veementemente várias vertentes distorcidas que invadem e perturbam o cenário protestante atual – se é que podemos classificar essas vertentes de tal forma. Dentre os problemas que Nicodemus combate, usando uma boa argumentação bíblica estão o liberalismo, o teísmo aberto e os neopuritanos. O livro tem aproximadamente 200 páginas e proporciona uma leitura simples e bem humorada.
3. O Discípulo Radical  John Stott  Ultimato – compre aqui
Em uma curta lista de características básicas (daí o radical, de raiz) dos discípulos de Jesus, John Stott nos mostra o que deveria ser comum a todos aqueles que seguem o Senhor. Livro curto, mas muito profundo. Foi o último escrito de Stott, que faleceu nesse ano de 2011 e, curiosamente, o último capítulo fala sobre como o verdadeiro discípulo de Cristo encara o sofrimento e a morte. Ao ir para a glória após tantos anos de serviço fiel ao Senhor, John Stott nos mostrou na prática aquilo que acreditava e escrevia.
2.  King’s Cross  Tim Keller  Dutton – compre aqui
Antes de mais nada, é possível falar desse livro que sempre se fala de todos os lançamentos de Tim Keller: é o melhor livro do autor até agora. Não por algum tipo de preferência desmedida, mas porque, a cada publicação, fica mais difícil largar o livro enquanto antes de seu final. Sobre King’s Cross, Keller faz uma espécie de biografia de Jesus, a partir do evangelho de Marcos, dividida em duas partes: a missão de Jesus, o propósito para o qual ele veio – a Cruz – e quem ele realmente era – o Rei. E como o subtítulo do livro  (A história do mundo na vida de Jesus) também indica, vemos um relato da história da humanidade: Criação, Queda, e a nossa redenção e reconciliação com Deus a partir do sacrifício do Rei na cruz.
1. Em busca de Deus  – John Piper – Shedd Publicações – compre aqui
 John Piper começa o livro fazendo uma análise sobre a primeira pergunta do Breve Catecismo de Westminster, buscando mostrar que a alegria em Deus deve ser a maior motivação do cristão. Diante desse tema da alegria em Deus, ele vai passando por vários temas como adoração, amor, Bíblia, oração, dinheiro, casamento e missões, todos relacionados com o prazer cristão.


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