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Mostrando postagens com marcador Igreja. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Igreja Moderna, quais os seus problemas?

Fui perguntado hoje sobre qual seria o maior problema da igreja evangélica nos dias atuais? E gostaria de responder aqui.

Na minha opinião, são dois pontos.O primeiro é a distância que existe entre a ortopraxia (prática) e a ortodoxia (o ensino). Muitas igrejas se dizem ortodoxas, buscam uma teologia séria (reformada), porém isto não significa muita coisa para mim. Digo isto porque na Europa, estive em algumas igrejas onde a palavra era pregada completamente baseada nas escrituras, a teologia era fiel e eram igrejas praticamente mortas.

Quando a prática espiritual se desvincula da teologia, esta não pode manter uma igreja de pé. Vejo muitos blogs hoje querendo voltar ao ensino correto das escrituras, mas não acredito que esse seja o maior problema da Verdadeira Igreja Evangélica (excluo aquelas que se dizem evangélicas porém não seguem o evangelho).

Chamo de prática tudo aquilo que é a teologia sendo colocada no dia-a-dia. Todo mundo diz que crê que Deus é soberano, mas na hora de confiar todas as coisas nas mãos dEle, voltam atrás.Prática é quando creio que Jesus cura, e oro para que Ele cure algum enfermo. É quando eu olho para um mendigo na rua, e procuro saber sobre sua história e o que posso fazer para mudar sua situação. Prática é quando eu abro mão do meu conforto para fazer a vontade de Deus. É quando minha vida de oração é o principal em minha vida e não apenas estar nos cultos.

Saber o que tem que ser feito não é o suficiente. Isto te manda para o inferno do mesmo jeito. É necessário fazer!!

O segundo problema da Igreja Evangélica é seu distanciamento da população não-cristã e criação de um gueto gospel. A Igreja criou seu próprio linguajar, de maneira que quem não é da igreja de maneira nenhuma o entende. Quer ver um exemplo?
Ao invés de dizer sim, diz Amém!
Ao invés de dizer Que Legal, diz Que Benção ou Ôh Glória.
Ao invés de dizer Homem ou Mulher, diz Varão ou Varoa.
Ao invés de dizer Desembucha aí/ Conta aí, diz: Desenrola o rolo varão.
Ao invés de dizer Não sei, diz: É mistério.
Não digo que as palavras estão erradas, mas se tornaram como uma gíria dos evangélicos, assim como dizem mano ou mina em São Paulo, para o evangélico virou varão ou varoa.

Não só o linguajar, infelizmente, como também as músicas, os livros, sempre focados apenas no público gospel, afinal se tornou um mercado promissor. É isso que é ser evangélico? O que Jesus nos chamou para ser?Um povo separado do mundo que fica de olhos fechados e mãos levantadas adorando ao Senhor, ou um povo que é Sal e Luz para este Mundo?

O que é ser sal e luz? É uma igreja que faz a diferença na cultura da sociedade, na política, no social, em todas as áreas. Como tem sido sua igreja?

Jesus precisa permear todas as áreas de nossas vidas de maneira que a Igreja seja relevante em todas as áreas. Seja notável e ativa na sociedade, e não uma instituição fechada e isolada.Creio em uma igreja que é viva, pratica as escrituras e influencia a sociedade. Qualquer coisa que esteja fora disso, na minha opinião é uma igreja que está doente.

Que o SENHOR tenha misericórdia de nós! AMÉM!



sexta-feira, 5 de abril de 2013

A Igreja que Matou Jesus




A igreja que matou Jesus preferiu conviver com um marginal e assassino do que com Jesus. A igreja que matou Jesus também matou os profetas. A igreja que matou Jesus era religiosa. A igreja que matou Jesus convivia com Ele, mas não o conhecia. A igreja que matou Jesus era hipócrita. A igreja que matou Jesus fazia do templo e da Palavra, comércio. A igreja que matou Jesus envolveu-se com a política da época.

Na igreja que matou Jesus havia podres e sujeiras. Na igreja que matou Jesus a última palavra era dos poderosos, os santos sumo sacerdotes. Na igreja que matou Jesus a comunhão era fingida. O amor, discursivo. Os religiosos da igreja que matou Jesus diziam-se santos, vestiam-se adequadamente, davam o dízimo, mas estavam prontos a apedrejar a pecadora. 

A igreja que matou Jesus foi a igreja dos cidadãos da alta sociedade judaica, mas se assegurou de manter os marginalizados à margem. A igreja que matou Jesus não frutificava.

Na igreja que matou Jesus havia muita reverência – aos homens – , mas poucos homens-referência. Na igreja que matou Jesus vivia-se uma verdade inventada, dogmática. Na igreja que matou Jesus a misericórdia tinha preço “$”.

A igreja que matou Jesus cumpria a Lei, mas desconhecia a Graça. A igreja que matou Jesus ignorava Sua voz, mas orava em voz alta. A igreja que matou Jesus tinha tanta convicção em suas verdades que o mataram. A igreja que matou Jesus nem chegou a ser chamada de Igreja, mas ainda existe.

Você a conhece? 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Evangelho Coca-Cola

Tudo mundo já bebeu ou pelo menos conhece a Coca-Cola. Quando saímos com a nossa família ou com nossos amigos para uma pizzaria ou churrascaria, qual é o primeiro refrigerante que vem a mente? Sem dúvidas a Coca-Cola. E não é pra menos que ela seja a bebida mais vendida no mundo, devido a seu marketing maciço e à sua característica viciosa!

Enquanto isso, no mundo gospel, surgiu algo semelhante, o Evangelho Coca-Cola! Todo mundo já tomou ou já ouviu falar, mas não alimenta ninguém. Aparece constantemente na TV, é algo que agrada a maioria das pessoas, agrada principalmente ao sistema capitalista, gera altas receitas a seus produtores e é claro surgiu no EUA!

De quem será que eu estou falando? Sim, dele mesmo, o famigerado Evangelho da Prosperidade, ou também conhecido como Teologia da Prosperidade.A pregação religiosa que veio na onda do movimento neo-pentecostal, que promete aos seus fiéis dinheiro, sucesso, muita sorte, muitas bençãos e uma Ferrari na garagem!

Bastando para isso que o crente tenha fé em Jesus, confissão positiva do que desejas, e ser fiel nos dízimos e nas ofertas, que Deus, assim, cumprirá suas promessas.Isso mesmo, “comprando” a Deus receba o que desejas (barganha)!

E caso o fiel, mesmo tendo dado o seu dízimo e a oferta pré-estipulada, e mesmo assim não tenha recebido a sua benção, a explicação que é dada é que lhe faltou “fé”.

É cada vez mais repugnante ver essa pastorada na TV “vendendo o reino de Deus” e produtos “consagrados” afins. Misturando misticismo à palavra de Deus, juntamente com o desejo exacerbado de enriquecer facilmente, obviamente à custa dos crentes.

Consequentemente, distorcendo explicitamente o puro e verdadeiro Evangelho de Cristo, sem reais compromissos com Deus, a não ser financeiros.Pastores estes que se dizem “homens de Deus”, enriquecem extraordinariamente, chegando ao ponto de comprar jatinhos, carros importados, residências em Miami , e emissoras de TV.

Por fim, desfrutando a vida no mais alto luxo.Enquanto grande parte dos “consumidores fieis” ficam boiando na sua dificuldade financeira, na esperança de um dia a prosperidade prometida cair do céu, conforme lhes é ensinado nas igrejas.

No entanto, não é isso que a Bíblia orienta aos pregadores do Evangelho, vejamos:

Se alguém deseja ser bispo deseja uma nobre função[...]. É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível,[...]e não apegado ao dinheiro. 1 Timóteo 3.1-3 (NVI)

Contra-partida, aos lobos disfarçados de ovelhas, que fingem pastorear o rebanho da Igreja, o Senhor já deixou bem claro:

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” Mateus 7.21-23

Porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à ganância, e tanto o profeta como o sacerdote usam de falsidade. Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz. Serão envergonhados, porque cometem abominação sem sentir por isso vergonha; nem sabem que coisa é envergonhar-se. Portanto, cairão com os que caem; quando eu os castigar, tropeçarão, diz o SENHOR. Assim diz o Senhor: “Ponham-se nas encruzilhadas e olhem; perguntem pelos caminhos antigos, perguntem pelo bom caminho. Sigam-no e acharão descanso. Mas vocês disseram: Não seguiremos!” Jeremias 6.13-16 

Eis que vem dias que toda essa falsidade e pervecidade religiosa sucumbirá e cairá por terra, e toda a iniquidade da pseudo-igreja, outrora Babilônia, será exposta ao mundo.

"Esta mesma, a cidade do comércio na antiguidade, será consumida pela destruição."(Apocalipse 18.7-15).

Sim, ai então a Igreja do Senhor, será unida num só Espírito, num só propósito para o louvor e glória daquEle que nos chamou para a vida eterna.Contudo, o Evangelho Coca-Cola continua sendo vendido em tudo que é lugar, em qualquer esquina, pelos comerciantes do templo…

E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” Apocalipse 18.4 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Padre estreia como árbitro em SP e promete equilíbrio contra palavrões do futebol

Padre Ramires vai conciliar a vida em igreja do Ipiranga com a missão de apitar futebol
Bruno Freitas, no UOL
Imagine uma cena clássica do futebol. Jogadores dos dois times discutindo a marcação da arbitragem. A bola parada, esperando ser chutada. A torcida fervendo na arquibancada, quase invadindo o gramado. Tenso? Agora coloque um padre no meio dessa confusão. Sim, um padre. E na função de árbitro.
Em São Paulo, o religioso Ramires Henrique de Andrade pode se deparar com os desafios da mais patrulhada função dos gramados. Ele acaba de se formar juiz de futebol e fará sua estreia na temporada 2013.
Sacerdote responsável pela Paróquia de São José, no bairro do Ipiranga, capital do Estado, padre Ramires se formou no curso de preparação da FPF (Federação Paulista de Futebol) no fim do ano passado. A partir de fevereiro, ele deve aparecer em escalas de partidas de divisões menores, no princípio de trajetória convencional de um árbitro iniciante. O novato diz estar pronto para o lado mais bruto do futebol, inclusive para os diálogos mais ríspidos.
“Como padre, ouço muitas histórias, no sacramento e no contato com a comunidade. Coisas boas e coisas difíceis da realidade das pessoas. Claro que no campo de futebol, na relação com o jogador e com a torcida, você precisa ter uma outra disposição interior. Você tem que ter uma frieza, um equilíbrio para se adaptar a essas situações”, afirma o novo árbitro de 31 anos.
Padre Ramires viu nascer a paixão pela arbitragem quase paralelamente ao despertar da vocação religiosa. Pouco antes de ingressar no seminário, o adolescente fã de futebol já apitava partidas amadoras em sua cidade, Tocos do Moji, no sul de Minas Gerais.
“Sempre faltava quem iria apitar. Talvez por esse espírito de liderança, por gostar muito de futebol e por assistir a muitos jogos, eu tinha já uma boa noção. Lembro até do meu primeiro apito, de quando eu consegui ele. Lembro que os cartões eu confeccionava em casa mesmo, o amarelo e o vermelho. São ocasiões muito agradáveis”, diz o padre, que encarou preparação de um ano e meio, passando por três testes teóricos e outros três práticos.
No entanto, a retomada do sonho de árbitro teve de esperar alguns anos, até a estabilidade da vida na Igreja Católica. Para ir ao universo do futebol, contou com a anuência dos clérigos superiores da congregação de religiosos de Nossa Senhora do Sion.
A expectativa de padre Ramires é dar os primeiros passos na arbitragem paulista nas categorias sub-11 e sub-13. Mas o horizonte do religioso é comum a qualquer iniciante no apito e aponta no futuro para os palcos mais importantes, com o desejo de mediar grandes clássicos.
Com 92 anos, a Paróquia São José é a igreja mais antiga do Ipiranga e lida com a demanda média de 200 casamentos por ano. No domingo são cinco missas, em agenda que tem padre Ramires à frente de pelo menos duas delas.
Com esta rotina, o novo árbitro da Federação Paulista diz que ainda não sabe como conciliará as duas atividades. Padre Ramires afirma que começará a adaptar sua agenda assim que as primeiras escalas saírem.
“A paróquia tem uma vida bastante intensa, uma vida pastoral, comunitária, é uma das igrejas que mais celebra matrimônios na cidade de São Paulo, é a mais antiga do bairro. Para mim é uma experiência nova. Oficialmente ainda não comecei a apitar, vou passar por um período de estágio. Estou aberto a descobrir esse novo, ver como conseguir equilibrar para viver esses dois momentos bonitos que estão diante de mim”, declara.
O árbitro estreante afirma ver na sua condição de padre em campo uma oportunidade de mudar a imagem geralmente negativa dos juízes. Também diz acreditar que eventualmente pode até levar conceitos evangelizadores para os jogadores.
Apesar de a Fifa coibir manifestações de fé dentro de campo, principalmente depois da reza coletiva da seleção na Copa de 2002, o padre do Ipiranga diz entender que eventuais gestos de conotação religiosa devem ser encarados com naturalidade.
dica do Rogério Moreira

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O download como religião


Vinicius Felix, no LinkKopimismo-
O Kopimismo é uma fé que nasceu na Suécia. A congregação reivindica que copiar informação é uma virtude sagrada. A imagem do Ctrl C + Ctrl V é o símbolo da religião. No Brasil, a crença ganhou corpo oficial em dezembro do ano passado, no dia 12/12/12, e teve na Campus Party sua primeira aparição pública.
Durante o misto de palestra e culto realizado no evento, o operador (equivalente a um padre ou pastor no Kopimismo) Frederico Neto .jpg, alcunha dada na religião para identificar a ocupação da pessoa, explicou os preceitos básicos da religião.
Usando roupão e um vinil como auréola como traje oficial, Neto disse que a doutrina não tem vínculo direto com o Partido Pirata ou com qualquer grupo político similar. Se trata da representação religiosa do conceito da cópia, embora ele admita que não deixe de ser uma provocação política em tempos em que a religião e política estão fortemente associadas.
No Kopimismo todos podem colaborar para a evolução da religião, é uma crença em código aberto. Para participar não é preciso abandonar a religião e o batismo pode ser feito em casa. É o autobatismo, ou então autoboot, para usar a linguagem da rede.
Entre as dúvidas tiradas na palestra, o kopimismo pode realizar casamentos de maneira oficial e estuda aceitar o casamento entre pessoas do mesmo gênero. “Só a bigamia não permitida”, disse Frederico.
Na Suécia, cerca de 3 mil pessoas seguem a religião. No Brasil não existem números oficiais. Na movimentada Campus Party cerca de 20 pessoas viram a primeira palestra. O kopimismo não tem dízimo, mas aceita doações.
Neto encara que muito enxergam o kopimismo com zombaria, mas deixa claro que o trabalho deles é sério.
Os sete axiomas do kopimismo:
Cópia de informação é eticamente correto;
- Divulgação de informações é eticamente correto;
- Copymixing é uma forma sagrada de copiar, ainda mais do que a cópia digital acabada, porque expande e incrementa a riqueza de informação já existente;
- Copiar ou remixar informações comunicadas por outra pessoa é visto como um ato de respeito e uma forte expressão de aceitação da fé kopimista;
- A internet é sagrada;
- O código é lei;
- Toda divindade é uma cópia, toda cópia é divina.
dica da Ana Carolina Ebenau

A falta que a Igreja Primitiva faz!

Foto de flickr.com/alaninabox
●A Igreja Primitiva fazia muito com pouco; A Igreja Atual com muito não faz quase nada.
● A Igreja Primitiva tinha comunhão; A Igreja Atual apenas associação. 
● A Igreja Primitiva tinha uma fé capaz de abalar o mundo; A Igreja Atual tem uma fé abalada por qualquer coisinha. 
● A Igreja Primitiva tinha uma mensagem Cristocêntrica (por Ele, para Ele e N´Ele); A Igreja Atual tem uma mensagem Antropocêntrica (mensagens que massageiam os nossos egos, desejos e prioridades). 
● A Igreja Primitiva não se importava com a concorrência; A Igreja Atual perde para a concorrência e faz concorrência entre si mesma. 
● A Igreja Primitiva tinha doutrina; A Igreja Atual, apenas tradições. 
● A Igreja Primitiva tinha membros à imagem de Deus; A Igreja Atual tem membros que são caricaturas de uma denominação. 
● A Igreja Primitiva era procurada pelas pessoas; A Igreja Atual não é procurada e nem procura as pessoas. 
● A Igreja Primitiva era perseguida pelo mundo; A Igreja Atual persegue a si mesma. 
● A Igreja Primitiva se ocupava com o essencial (a vida em Cristo, o caráter cristão, o proceder com o semelhante etc); A Igreja Atual, com o trivial (tamanho do vestido, se usa brinco ou não, se o pregador usa terno e gravata – ao invés de se preocupar com uma vida com Deus e que possui bom caráter). 
● A Igreja Primitiva se interessava pelas pessoas perdidas fora de suas igrejas (como o nome ‘igreja’, no original, em grego, mesmo se traduz); A Igreja Atual se orgulha com o número de seus membros. 
● A Igreja Primitiva tinha culto; A Igreja Atual apenas liturgia ou entretenimento. 
● A Igreja Primitiva crescia em qualidade e quantidade; A Igreja Atual, nem em qualidade. 
● A Igreja Primitiva incomodava o mundo; A Igreja Atual se acomoda ao mundo e por isso é incomodado por ele. 
● A Igreja Primitiva mudou o mundo de sua época; A Igreja Atual tem sido mudada pelo mundo atualmente. 
● A Igreja Primitiva contava com membros que tinham vida de cristãos; A Igreja Atual tem apenas o nome de cristãos. 
● A Igreja Primitiva tinha a maioria de suas atividades fora dos portões da igreja; A Igreja Atual já nem sabe o que está fazendo dentro dos portões da igreja. 
● A Igreja Primitiva era temida pelos demônios; A Igreja Atual teme aos homens. 
● A Igreja Primitiva estava disposta a morrer pelo Evangelho; A Igreja Atual não consegue nem viver o Evangelho. 
● A Igreja Primitiva era uma tradução da Bíblia; A Igreja Atual tem apenas traduções da Bíblia. 
● A Igreja Primitiva transformou a palavra escrita em palavra encarnada!

Certa vez três teólogos discutiam entre si sobre qual era a melhor tradução da Bíblia, até que um deles disse: “A melhor tradução da Bíblia é minha mãe”. Todos se silenciaram, então continuou ele:“Ela traduziu a Bíblia em atitude, em vida, e qualquer analfabeto podia ler e entender”.


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