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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Ministério silencioso


A solidão tem estado presente na vida de muitos líderes cristãos

Por: Sibele Pistori Farias

A solidão é uns dos piores sentimentos que o ser humano pode adquirir,e por incrível que pareça, esse mal tem estado presente na vida de muitos líderes cristãos.Um doloroso sentimento que é despertado ao longo do ministério diante da grande responsabilidade que se adquire ao ser uma referência espiritual.
  
O peso que cai sobre as funções e responsabilidades de um líder cristão faz com que perca amizades que pareciam-lhes sólidas devido à falsa imagem que as pessoas fazem desses homens e mulheres. São vistos como pessoas que não passam dificuldades,não tem fraquezas, não adquirem doenças e jamais sofrem abalos emocionais. Tudo isso tem gerado uma vida solitária, ao ponto de não encontrar ninguém para se desabafar, aconselhar ou pedir ajuda na solução de seus problemas.
  
O resultado dessa solidão é uma vida silenciosa,onde futuramente essa quietude poderá se transformar em diversos problemas,incluindo a área da saúde física e mental, como: infarto, pressão alta, stress,depressão, esgotamento emocional entre outros. Essa figura de líder espiritual(pastores) gera, na visão das pessoas, um ser que não pode falhar. Quase um semideus. 

Sabe-se que ninguém nasceu para ficar só e nem viver só.A  solidão é inimiga mundial, pois atinge todas as idades e culturas,um dos piores sentimentos existentes e perturbador na vida de um ser humano.
  
Certa vez, ouvi uma pessoa dizer que não se deve criar muito vínculo com um pastor(a), ou chegar a criar laços de amizade, pois pastores vem e vão de Igrejas,somente elas continuam no mesmo lugar. Uma visão egoísta, fria sem maturidade para compreender que as melhores amizades são aquelas das quais se encontram em alguém que oferece por amor, e, sem nada em troca, um abraço amigo para chorar quando os problemas chegam, lábios para aconselhar quando as coisas não vão bem com a família, ouvidos para ouvir desabafos, e sabedoria para orientar, segundo a palavra de Deus, o melhor caminho a seguir.
  
O grande problema é que muitos fazem do pastor(a) um personagem santo que vê pecado em tudo ou que pode condenar (a qualquer instante) por algum comportamento mal, e por isso, o afasta de suas amizades, priva-o de um relacionamento mais amigável. Isso acontece devido ao fato de idealizar a sua imagem como a de um ser que não tem vida social ou não tem direito de tê-la, como um ser totalmente sagrado que vive isolado dos pecados do mundo. É através desses pensamentos, que o ministério silencioso cresce, e é dentro dele que muitos pastores
e líderes
 se encontram só, mesmo estando cercado de pessoas.
  
A verdade é que todo ser humano foi criado da mesma forma, e dotado dos mesmos sentimentos, todos têm limitações em suas vidas, e em determinados momentos quando as crises aparecem,elas ficam mais evidentes. O abalo emocional está presente no ser humano,não seria o pastor ou a pastora alguém excluído desses sentimentos.

É por isso que infelizmente nos dias de hoje, encontramos tantos pastores machucados e desanimados do ministério pastoral. Viver uma vida silenciosa não é fácil, procurar alguém em meio às crises para se aconselhar e não achar, extremamente doloroso. E quando o líder espiritual chega a um limite e desabafa, acaba tornando um grande problema na boca dos críticos.
  
Cabe ao cristão ampliar seu autoconhecimento, mudar essa visão e entender que o  líder é um ser limitado que sofre problemas, que passa por enfermidades, que encara a difícil crise financeira e que precisa de ajuda e conselhos.

Ajudar a quem ajuda é um ministério glorioso, pois leva a uma reflexão de que todos são iguais, leva a entender a importância de ajudar os líderes e principalmente de cuidar mais daqueles que cuidam. Oferecer um braço amigo é respeitar a lei de Deus, do amor fraternal. Não existem líderes super-heróis, e sim líderes super-humanos,com as mesmas limitações e problemas. 

Não dê ao seu líder um ministério silencioso.


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Quer ser líder? Seu peso pode influenciar nessa busca


Uma pesquisa recente mostra que os quilos a mais podem diminuir as chances dos executivos em cargos de liderança. Entenda por quê!
Luiza Veronesi, no InfoMoney
Uma pesquisa recente do CCL (Center for Creative Leadership), publicada no site do jornal americano The Wall Street Journal, revela que alguns quilinhos a mais podem diminuir diretamente suas chances de se tornar um líder. O motivo? Segundo o artigo, os executivos acima do peso tendem a passar uma imagem pouco produtiva no ambiente de trabalho, tanto em termos de desempenho quanto em relações interpessoais.
Além de todos os pré-requisitos básicos para ser um CEO (Chief Executive Officer) ou CFO (Chief Financial Officer), o profissional que objetiva liderar uma empresa precisa estar ligado no seu IMC (Índice de Massa Corporal), pois seu peso pode ter muita influência nessa jornada. “As exigências de liderança podem ser muito extenuantes, os aspectos físicos são tão importantes quanto outras qualidades de um executivo”, disse a fisiologista e pesquisadora do CCL, Sharon McDowell-Larsen.
Fique ligado no seu peso: ele pode lhe custar seu emprego (Getty Images)
Fique ligado no seu peso: ele pode lhe custar seu emprego (Getty Images)
Além de Sharon, outros especialistas em liderança e recrutadores do mercado concordam quando o assunto é na balança. “Um executivo acima do peso é considerado menos capaz pelas suposições sobre como seu peso afeta a saúde e resistência”, afirma o professor de liderança da Santa Clara University’s Leavey School of Business, Barry Posner.
Por trás dos quilos extras
Opiniões a parte, a equipe de pesquisadores do CCL detectou que há de fato uma correlação entre o peso e a liderança, após compilar dados de mais de 757 executivos norte-americanos entre 2006 e 2010. O estudo constatou que o peso pode influenciar a percepção de colegas, subordinados e superiores.
A consultora de imagem que já trabalhou com os maiores executivos de Nova York, Amanda Sanders diz que o excesso de peso significa muito mais do que apenas comer demais. “Pessoas acima do peso transmitem fraqueza ou até falta de controle”, afirma. “É a imagem de liderança que você quer projetar para si mesmo”.
Em geral, os executivos que participaram do estudo eram mais saudáveis do que os demais americanos. Eles bebiam e fumavam menos e eram mais propensos a se exercitarem regularmente. Cerca de metade foi considerada com sobrepeso ou obesidade, definido pelo IMC, com índice acima de 25. Na contramão, mais de 60% dos norte-americanos se encaixaram nesta descrição, de acordo com o estudo.
Os executivos que tiveram uma média do IMC abaixo de 25 foram vistos de forma mais positiva por outros profissionais. Da mesma forma, eles tiveram o melhor desempenho em habilidades interpessoais, em comparação com os demais.
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